domingo, 10 de julho de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Estar bem...

domingo, 9 de janeiro de 2011
Pedaços de mim.
Baby
Tanto a aprender
Meu colo alimenta a você e a mim
Deixa eu mimar você, adorar você
Agora, só agora
Por que um dia eu sei
Vou ter que deixá-lo ir!
Tanto a aprender
Meu colo alimenta a você e a mim
Deixa eu mimar você, adorar você
Agora, só agora
Por que um dia eu sei
Vou ter que deixá-lo ir!
Sabe, serei seu lar se quiser
Sem pressa, do jeito que tem que ser
Que mais posso fazer?
Só te olhar dormir
Agora, só agora
Correndo pelo campo
Antes de deixá-lo ir!
Sem pressa, do jeito que tem que ser
Que mais posso fazer?
Só te olhar dormir
Agora, só agora
Correndo pelo campo
Antes de deixá-lo ir!
Muda a estação
Necessario e são
Você a florecer
Calmamente, lindamente...
Necessario e são
Você a florecer
Calmamente, lindamente...
Mesmo quando eu não mais estiver
Lembre que me ouviu dizer
O quanto me importei e o que eu senti
Agora, só agora
Talvez você perceba
Que eu nunca vou deixá-lo ir!
Que eu nunca vou deixá-lo ir!
Eu não vou deixá-lo ir!
Lembre que me ouviu dizer
O quanto me importei e o que eu senti
Agora, só agora
Talvez você perceba
Que eu nunca vou deixá-lo ir!
Que eu nunca vou deixá-lo ir!
Eu não vou deixá-lo ir!
sábado, 1 de janeiro de 2011
Re Pense!
"Se eu pudesse novamente viver a minha vida,
na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito,
relaxaria mais, seria mais tolo do que tenho sido.
Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico. Correria mais riscos,
viajaria mais, contemplaria mais entardeceres,
subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui,
tomaria mais sorvetes e menos lentilha,
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata
e profundamente cada minuto de sua vida;
claro que tive momentos de alegria.
Mas se eu pudesse voltar a viver trataria somente
de ter bons momentos.
Porque se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos;
não percam o agora.
Eu era um daqueles que nunca ia
a parte alguma sem um termômetro,
uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas e,
se voltasse a viver, viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver,
começaria a andar descalço no começo da primavera
e continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua,
contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças,
se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e estou morrendo..."
-Jorge Luís Borges
Aleatórios, hoje e sempre para mim e pra você!
Eu realmente admiro as pessoas que, apesar da escravidão imposta pelo relógio e pelo dinheiro, mantém o espírito livre.
Um dia eu serei assim também... aprenderei a falar tudo que quero sem dizer uma palavra.
Tatuarei no corpo coisas que acho bonitas.
Contarei histórias vividas e inventadas.
Cantarei músicas já esquecidas.
Guardarei com carinho lágrimas de despedidas até poder transformá-las em sorrisos de reencontros.
Nadarei em mares, cachoeiras, riachos e piscinas.
Cultivareis flores.
Comerei coisas doces, salgadas, amargas e até insossas.
Dormirei sozinha, dormirei agarrada, não dormirei.
Realizarei pequenos sonhos e batalharei para realizar grandes.
Gargalharei muito e chorarei pouco...
Sentirei saudades e por fim, deixarei saudades.
Porque eu partirei... e levarei comigo todas as histórias que contei, os momentos que vivi e a imensa satisfação de ter sabido viver ao invés de somente existir."
Gabriella Avila
domingo, 26 de dezembro de 2010
um ano bom: parte um
Começando pelo avesso. É essa a minha história.
Esse foi um ano bom. É, foi.
Ano de mudanças na forma de observar o mundo, ano de mudanças na forma de olhar pra mim mesma. Um ano de estonteantes labirintos com os quais me deparei, dia após dia, encontro após encontro, desencanto após desencanto...
Foi aquele ano em que digeri [ainda que de forma artificial] todos os acontecimentos do ano passado, o ano ruim. O pior ano dessa existência.
Pra lembrar desse ano, o bom, resolvi repensá-lo de trás pra frente,pelo avesso, a partir do que está mais próximo, mais latente, com o que estou mais envolvida.
Esse é o ano em que eu termino dizendo: Foi foda! Foi necessário! Foi encantador! Foi uma puta duma lição de tantas coisas. Tantas.
Eu termino esse ano feliz com o que tenho produzido, com o que tenho aprendido, com o que meu trabalho, que é novidadeiro, tem me apresentado. Claro que questionando sua relevância, o quanto de excelência, ideologia, conceito e poder de transformação ele tem. Não seria eu mesma, se não questionasse dia-a-dia as próprias escolhas. Preciso questioná-las. É minha forma de sobrevida, é minha forma de resistência ao marasmo e à vida mediana. Check!
Termino esse ano contente por ter conseguido abrir mão de tudo que não era honesto comigo, não era honesto com outrem, não era honesto com crenças, valores e autoregimentações. Contente porque pude, finalmente, dizer que precisava ser minha para me entregar novamente a amores, novos, surpreendentes. Contente porque o "fechada pra balanço" foi sincero, está sendo e tenho me libertado de fantasmas bem perigosos. Check!
Termino o ano com o coração cheio de novos afetos [oh, e como são importantes pra mim], de amigos que me abraçaram com alma, sem julgamentos, sem interferências, apenas com a gentileza de suas presenças. E a esses, ah, a esses eu dedico a maior parte dos meus sorrisos diários, a maior parte do brilho que meus olhos refletem. Check!
Termino o ano orgulhosa de afastar da minha vida ervas daninhas, sem odiá-las, sem rancores, mas sem deixá-las, novamente, fixar raízes. Nossa, como isso é importante! Check!
[sem a garantia de que terá uma parte dois]
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
No mais...
"A prova de que estou recuperando a saúde mental, é que estou cada minuto mais permissiva: eu me permito mais liberdade e mais experiências. E aceito o acaso. Anseio pelo que ainda não experimentei. Maior espaço psíquico. Estou felizmente mais doida."
(Clarice Lispector)
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
“Não tente provocar em mim questionamentos que não trago no momento. Não estou vivendo perigosamente. Troque o perigosamente por intensamente, inconsequentemente, apaixonadamente. Não há perigo.
Perigoso é a gente se aprisionar no que nos ensinaram como certo e nunca mais se libertar, correndo o risco de não saber mais viver sem um manual de instruções…”
trecho de “Divã” - Martha Medeiros
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Viver é eterno... Perdoar também!!
Somos muito parecidos, de jeitos inteiramente diferentes: somos espantosamente parecidos.
E eu acho que é por isso que te escrevo, para cuidar de ti, para cuidar de mim - para não querer, violentamente não querer de maneira alguma ficar na sua memória, seu coração, sua cabeça, como uma sombra escura.
Perdoe a minha precariedade e as minhas tentativas inábeis, desajeitadas, de segurar a maçã no escuro. Me queira bem...
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