quinta-feira, 4 de outubro de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Amar é punk - Por Fernanda Mello

As vezes a gente encontra por aí na internet afora uma pessoa que vem e esclarece um milhão de dúvidas em minutos de frases perfeitas, as quais você passou muito tempo da sua vida tentando entender por sí só...


Agradeço a Fernanda Mello aqui de Belo Horizonte, do blog www.fernandacmello.blogspot.com por me ajudar!
Espero que possa lhe ser útil também. Vamos deixar os rancores e a vergonha de lado, para aceitar o melhor do sentimento que virá!

Vergonha é não viver e deixar VIVER...

terça-feira, 17 de janeiro de 2012


"Durante a nossa vida aprendemos a valorizar coisas que não são fundamentais.

Materialismo, modismo, poder, status, e coisas desse tipo são o que importam na nossa sociedade.
Por isso queremos convocá-lo para uma revolução:
Vamos renovar a espécie humana
Vamos investir na alma
Resgatar não só a natureza, mas o natural
Vamos vender mais paz, não filtrar as emoções, qualecer a inveja, contabilizar as boas relações, reciclar as relações ruins, reatar as velhas amizades.
Equipe o prazer, trabalhe a perseverança, vença o cansaço. Faça a diferença sem precisar de propaganda, resolva tudo sem alarde, use o marketing da sinceridade, cobre o profissionalismo de todos, inclusive daqueles que você elegeu.
Vamos maximizar a energia, preservar os recursos, tratar a água, pois ela é nossa fonte de vida. E como o ar, também é meio de vida, vamos ser transparentes.
Renove o estoque de sorrisos, canalize os bons pensamentos, use o marketing no amor, abrace mais.
Beije seus amores, relembre quanto os ama, e com a mesma força diga não ao racismo, a intolerância, a discriminação.
Seja saudável, inclusive nas atitudes, dê bons exemplos.
Diga a verdade, principalmente às crianças, para que elas cresçam sabendo acreditar.
Crie seus filhos como cidadãos do mundo.
Cultive Deus!! E viva na razão da emoção, lutando pela felicidade plena e por um futuro melhor.
E agradeça sempre por estar nesse mundo."

domingo, 10 de julho de 2011

domingo, 6 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Estar bem...




Acostumada aos aspectos serenos, voltava-se pelo contrário aos acidentados. Não gostava do mar senão pelas suas tempestades e da relva unicamente quando era alternada com ruínas. Sentia necessidade de poder tirar das coisas uma espécie de proveito próprio, e repelir como inútil tudo o que não contribuísse para a alegria imediata do coração,porque tinha um tempreamento mais sentimental que artístico, procurando emoções e não paisagens." (Mme Bovary, Cap. 6)

domingo, 9 de janeiro de 2011

Pedaços de mim.



Baby
Tanto a aprender
Meu colo alimenta a você e a mim
Deixa eu mimar você, adorar você
Agora, só agora
Por que um dia eu sei
Vou ter que deixá-lo ir!
Sabe, serei seu lar se quiser
Sem pressa, do jeito que tem que ser
Que mais posso fazer?
Só te olhar dormir
Agora, só agora
Correndo pelo campo
Antes de deixá-lo ir!
Muda a estação
Necessario e são
Você a florecer
Calmamente, lindamente...
Mesmo quando eu não mais estiver
Lembre que me ouviu dizer
O quanto me importei e o que eu senti
Agora, só agora
Talvez você perceba
Que eu nunca vou deixá-lo ir!
Que eu nunca vou deixá-lo ir!
Eu não vou deixá-lo ir!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Re Pense!





"Se eu pudesse novamente viver a minha vida,
na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito,
relaxaria mais, seria mais tolo do que tenho sido.

Na verdade, bem poucas coisas levaria a sério.
Seria menos higiênico. Correria mais riscos,
viajaria mais, contemplaria mais entardeceres,
subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui,
tomaria mais sorvetes e menos lentilha,
teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.

Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata
e profundamente cada minuto de sua vida;
claro que tive momentos de alegria.
Mas se eu pudesse voltar a viver trataria somente
de ter bons momentos.

Porque se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos;
não percam o agora.
Eu era um daqueles que nunca ia
a parte alguma sem um termômetro,
uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um pára-quedas e,
se voltasse a viver, viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver,
começaria a andar descalço no começo da primavera
e continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua,
contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças,
se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e estou morrendo..."

-Jorge Luís Borges

Aleatórios, hoje e sempre para mim e pra você!



Eu realmente admiro as pessoas que, apesar da escravidão imposta pelo relógio e pelo dinheiro, mantém o espírito livre.
Um dia eu serei assim também... aprenderei a falar tudo que quero sem dizer uma palavra.
Tatuarei no corpo coisas que acho bonitas.
Contarei histórias vividas e inventadas.

Cantarei músicas já esquecidas.

Guardarei com carinho lágrimas de despedidas até poder transformá-las em sorrisos de reencontros.

Nadarei em mares, cachoeiras, riachos e piscinas.

Cultivareis flores.

Comerei coisas doces, salgadas, amargas e até insossas.

Dormirei sozinha, dormirei agarrada, não dormirei.

Realizarei pequenos sonhos e batalharei para realizar grandes.
Gargalharei muito e chorarei pouco...
Sentirei saudades e por fim, deixarei saudades.

Porque eu partirei... e levarei comigo todas as histórias que contei, os momentos que vivi e a imensa satisfação de ter sabido viver ao invés de somente existir."



Gabriella Avila

domingo, 26 de dezembro de 2010

um ano bom: parte um





Começando pelo avesso. É essa a minha história.

Esse foi um ano bom. É, foi.
Ano de mudanças na forma de observar o mundo, ano de mudanças na forma de olhar pra mim mesma. Um ano de estonteantes labirintos com os quais me deparei, dia após dia, encontro após encontro, desencanto após desencanto...
Foi aquele ano em que digeri [ainda que de forma artificial] todos os acontecimentos do ano passado, o ano ruim. O pior ano dessa existência.
Pra lembrar desse ano, o bom, resolvi repensá-lo de trás pra frente,pelo avesso, a partir do que está mais próximo, mais latente, com o que estou mais envolvida.
Esse é o ano em que eu termino dizendo: Foi foda! Foi necessário! Foi encantador! Foi uma puta duma lição de tantas coisas. Tantas.
Eu termino esse ano feliz com o que tenho produzido, com o que tenho aprendido, com o que meu trabalho, que é novidadeiro, tem me apresentado. Claro que questionando sua relevância, o quanto de excelência, ideologia, conceito e poder de transformação ele tem. Não seria eu mesma, se não questionasse  dia-a-dia as próprias escolhas. Preciso questioná-las. É minha forma de sobrevida, é minha forma de resistência ao marasmo e à vida mediana. Check!
Termino esse ano contente por ter conseguido abrir mão de tudo que não era honesto comigo, não era honesto com outrem, não era honesto com crenças, valores e autoregimentações. Contente porque pude, finalmente, dizer que precisava ser minha para me entregar novamente a amores, novos, surpreendentes. Contente porque o "fechada pra balanço" foi sincero, está sendo e tenho me libertado de fantasmas bem perigosos. Check!
Termino o ano com o coração cheio de novos afetos [oh, e como são importantes pra mim], de amigos que me abraçaram com alma, sem julgamentos, sem interferências, apenas com a gentileza de suas presenças. E a esses, ah, a esses eu dedico a maior parte dos meus sorrisos diários, a maior parte do brilho que meus olhos refletem. Check!
Termino o ano orgulhosa de afastar da minha vida ervas daninhas, sem odiá-las, sem rancores, mas sem deixá-las, novamente, fixar raízes. Nossa, como isso é importante! Check!

[sem a garantia de que terá uma parte dois]